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Psicóloga e mentora de mulheres

Padrões emocionais

Por que a gente repete padrões que gostaria de mudar?

Entender de onde vêm certos comportamentos é o primeiro passo para ganhar mais liberdade nas suas escolhas.

Lucilene Teixeira, psicóloga20 de outubro de 20262 min de leitura
Lucilene Teixeira sentada no consultório

Talvez você já tenha percebido: mesmo sabendo o que gostaria de fazer diferente, em alguns momentos parece que a história se repete. O mesmo tipo de conflito no relacionamento, a mesma dificuldade de dizer não, a mesma sensação de deixar as próprias necessidades para depois.

Isso não acontece por falta de vontade. Muitos dos nossos comportamentos foram aprendidos em momentos da vida em que eles faziam sentido, ou eram a forma possível de lidar com o que estávamos vivendo.

Padrões têm uma história

Um padrão emocional é uma forma recorrente de sentir, pensar e reagir diante de determinadas situações. Ele costuma se formar a partir das nossas experiências, dos vínculos que construímos e das histórias familiares que carregamos.

Compreender racionalmente um problema nem sempre é suficiente para lidar com ele como gostaríamos.

Por isso é comum a pessoa dizer que já entende por que age de determinada forma, mas continua repetindo o mesmo comportamento. O entendimento é importante, mas a mudança também envolve a forma como as emoções são vividas e reguladas.

Alguns sinais de que vale olhar com mais atenção

  • Você repete comportamentos que gostaria de mudar.
  • Tem dificuldade para estabelecer limites e dizer não.
  • Sente insegurança, culpa ou medo de desagradar com frequência.
  • Adia decisões importantes, mesmo sabendo o que deseja.

Como a psicoterapia pode ajudar

Na psicoterapia, o trabalho começa pela compreensão da sua história, das suas necessidades e do que mantém determinados padrões. A partir disso, é possível desenvolver recursos para lidar com emoções difíceis e construir escolhas mais coerentes com os seus valores e objetivos.

Cada processo é individual e respeita o seu momento e o seu ritmo. Se você se reconheceu neste texto, conversar com uma psicóloga pode ser um bom começo.

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